A represa Billings é um dos maiores e mais importantes reservatórios de água da Região Metropolitana de São Paulo. A oeste, faz limite com a bacia hidrográfica da Guarapiranga e, ao sul, com a serra do Mar. Seus principais rios e córregos formadores são o rio Grande ou Jurubatuba, Ribeirão Pires, rio Pequeno, rio Pedra Branca, rio Taquacetuba, ribeirão Bororé, ribeirão Cocaia, ribeirão Guacuri, córrego Grota Funda e córrego Alvarenga.
A represa foi idealizada nas décadas de 1930 e 1940 pelo engenheiro Billings, um dos empregados da extinta concessionária de energia elétrica Light, daí o nome. Inicialmente, a represa tinha o objetivo de armazenar água para gerar energia elétrica para a usina hidrelétrica Henry Borden, em Cubatão.
Em função do elevado crescimento populacional e industrial da Grande São Paulo ter ocorrido sem planejamento, principalmente ao longo das décadas de 1950 a 1970, a represa Billings possui grandes trechos poluídos com esgotos domésticos, industriais e metais pesados. Apenas os braços Taquecetuba e Riacho Grande são utilizados para abastecimento de água potável pela Sabesp.
A pesca amadora é muito praticada, devido às espécies de peixes encontradas, como tilápias, lambaris, carpas húngaras e traíras, entre outras.
Sistema Rio Grande / BillingsO sistema é composto de toda a Represa Billings, com seu corpo central e o braço do Rio Grande.
[editar] HistóriaPor volta de 1910, o engenheiro Walter Charnley escolheu na Serra do Mar as escarpas de 640 m do Itapanhaú, que deságua em Bertioga, como local de um grande projeto de geração de energia. Em 1923, o engenheiro americano Asa White Kenney Billings preferiu que fosse represado o Rio Grande ou Jurubatuba e desviar as águas através de um canal chamado Summit Control para o Córrego das Pedras, com curso serra abaixo. Em 1925, a Light iniciou a contrução do dique do Rio das Pedras e, em 1937, do Rio Grande. O projeto foi ampliado e em 1949, foi planejado o novo reservatório (rebatizado de Billings) que receberia todas as águas do Alto Tietê. No início dos anos de 1980, foi construído uma barragem que separa o braço do Rio Grande do corpo principal do reservatório. Desde o ano de 2000, há uma nova captação em um dos braços mais ao sul, denominado Taquacetuba
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
AGUA SE NÃO CUIDAR VAI ACABAR
A água é um bem precioso e cada vez mais tema de debates no mundo todo. O uso irracional e a poluição de fontes importantes (rios e lagos), podem ocasionar a falta de água doce muito em breve, caso nenhuma providência seja tomada.
As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle
Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.
Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.
As principais causas de deteriorização dos rios, lagos e dos oceanos são: poluição e contaminação por poluentes e esgotos. O ser humano tem causado todo este prejuízo à natureza, através dos lixos, esgotos, dejetos químicos industriais e mineração sem controle
Estudos da Comissão Mundial de Água e de outros organismos internacionais demonstram que cerca de 3 bilhões de habitantes em nosso planeta estão vivendo sem o mínimo necessário de condições sanitárias.Um milhão não tem acesso à água potável. Em virtude desses graves problemas, espalham-se diversas doenças como diarréia, esquistossomose, hepatite e febre tifóide, que matam mais de 5 milhões de seres humanos por ano, sendo que um número maior de doentes sobrecarregam os precários sistemas de saúde destes países.
Dicas de economia de água: Feche bem as torneiras, regule a descarga do banheiro, tome banhos curtos, não gaste água lavando carro ou calçadas, reutilize a água para diversas atividades, não jogue lixo em rios e lagos, respeite as regiões de mananciais.
Prefeitura e Governo do Estado ampliam ações de manutenção e limpeza na Represa Guarapiranga
Governo do Estado e Prefeitura lançaram nesta terça-feira (7) o Programa Nossa Guarapiranga. Fazem parte da iniciativa a retirada do lixo que chega à represa pelos córregos e do que já está acumulado em parte de seu fundo e o plantio de mudas em ilhas próximas e às margens da Guarapiranga.
O objetivo é melhorar a qualidade ambiental da represa e garantir as condições para o lazer e para a prática de esportes náuticos na Guarapiranga. O investimento será de cerca de R$ 14,6 milhões. O sistema Guarapiranga abastece cerca de 3,5 milhões de pessoas da região sudoeste da Capital e de Taboão da Serra.
O projeto é dividido em três ações. Serão instaladas ecobarreiras nos pontos em que 11 córregos deságuam na represa. Esses equipamentos, compostos por boias e uma tela submersa, vão conter o material flutuante, que será diariamente removido por barcos. O lixo recolhido será levado para um aterro sanitário.
Será adquirida uma embarcação para remover o lixo que está acumulado no fundo da represa. Esse barco terá capacidade de retirar material que esteja a até 6 metros de profundidade.
Outra frente do programa é o reflorestamento e paisagismo dos arredores. Já estão sendo plantadas mil mudas nativas em ilhas e às margens da represa. Além de melhorar o visual da Guarapiranga, essa iniciativa evita a erosão no manancial.
O Programa Nossa Guarapiranga promoverá, ainda, o controle das macrófitas (plantas aquáticas). Essas plantas prejudicam o lazer e os esportes náuticos, chegando a impedir a passagem das embarcações. Na Guarapiranga existem 82 tipos diferentes de macrófitas catalogados. Um outro barco será desenvolvido e construído pela Unesp para retirar essas plantas da represa.
O Nossa Guarapiranga faz parte de uma série de iniciativas do Governo de São Paulo, em parceria com prefeituras e a sociedade, para melhorar as condições da represa e garantir a qualidade da água fornecida à Região Metropolitana. Entre elas, se destacam o Projeto Tietê, que amplia a coleta e tratamento de esgoto em toda a Grande São Paulo; o Córrego Limpo, que já despoluiu seis cursos-d’água na região da Guarapiranga com o encaminhamento do esgoto para tratamento; o Vida Nova/Mananciais, que recupera o entorno das represas que abastecem a região; o Orla Guarapiranga, que cria parques e praças às margens do reservatório, criando áreas de lazer e impedindo a ocupação irregular; e a criação de parques ao longo de todo o trajeto do Rodoanel Sul.
Recuperação da orla
Com o intuito de recuperar a orla da Guarapiranga, a Prefeitura tem realizado uma série de ações para proteger o meio ambiente e devolver à população um local de lazer e prática de esportes.
A Operação Defesa das Águas realizada em conjunto pelas secretarias de Coordenação das Subprefeituras, do Verde e do Meio Ambiente e pela Guarda Ambiental, polícias Civil e Militar, tem fiscalizado e impedido novas ocupações irregulares às margens da represa. “Estamos na fase final das desapropriações e na semana que vem iniciaremos a última etapa desse processo. Junto com outras ações estamos devolvendo a represa de volta para a cidade de São Paulo”, afirmou no evento o prefeito de São Paulo.
Além disso, quatros parques lineares foram instalados em locais onde antes havia ocupações irregulares. Outros dois equipamentos desse tipo, Castelo Dutra e 9 de julho, estão em fase final de implantação e oferecerão opções de lazer e esporte à comunidade.
O objetivo é melhorar a qualidade ambiental da represa e garantir as condições para o lazer e para a prática de esportes náuticos na Guarapiranga. O investimento será de cerca de R$ 14,6 milhões. O sistema Guarapiranga abastece cerca de 3,5 milhões de pessoas da região sudoeste da Capital e de Taboão da Serra.
O projeto é dividido em três ações. Serão instaladas ecobarreiras nos pontos em que 11 córregos deságuam na represa. Esses equipamentos, compostos por boias e uma tela submersa, vão conter o material flutuante, que será diariamente removido por barcos. O lixo recolhido será levado para um aterro sanitário.
Será adquirida uma embarcação para remover o lixo que está acumulado no fundo da represa. Esse barco terá capacidade de retirar material que esteja a até 6 metros de profundidade.
Outra frente do programa é o reflorestamento e paisagismo dos arredores. Já estão sendo plantadas mil mudas nativas em ilhas e às margens da represa. Além de melhorar o visual da Guarapiranga, essa iniciativa evita a erosão no manancial.
O Programa Nossa Guarapiranga promoverá, ainda, o controle das macrófitas (plantas aquáticas). Essas plantas prejudicam o lazer e os esportes náuticos, chegando a impedir a passagem das embarcações. Na Guarapiranga existem 82 tipos diferentes de macrófitas catalogados. Um outro barco será desenvolvido e construído pela Unesp para retirar essas plantas da represa.
O Nossa Guarapiranga faz parte de uma série de iniciativas do Governo de São Paulo, em parceria com prefeituras e a sociedade, para melhorar as condições da represa e garantir a qualidade da água fornecida à Região Metropolitana. Entre elas, se destacam o Projeto Tietê, que amplia a coleta e tratamento de esgoto em toda a Grande São Paulo; o Córrego Limpo, que já despoluiu seis cursos-d’água na região da Guarapiranga com o encaminhamento do esgoto para tratamento; o Vida Nova/Mananciais, que recupera o entorno das represas que abastecem a região; o Orla Guarapiranga, que cria parques e praças às margens do reservatório, criando áreas de lazer e impedindo a ocupação irregular; e a criação de parques ao longo de todo o trajeto do Rodoanel Sul.
Recuperação da orla
Com o intuito de recuperar a orla da Guarapiranga, a Prefeitura tem realizado uma série de ações para proteger o meio ambiente e devolver à população um local de lazer e prática de esportes.
A Operação Defesa das Águas realizada em conjunto pelas secretarias de Coordenação das Subprefeituras, do Verde e do Meio Ambiente e pela Guarda Ambiental, polícias Civil e Militar, tem fiscalizado e impedido novas ocupações irregulares às margens da represa. “Estamos na fase final das desapropriações e na semana que vem iniciaremos a última etapa desse processo. Junto com outras ações estamos devolvendo a represa de volta para a cidade de São Paulo”, afirmou no evento o prefeito de São Paulo.
Além disso, quatros parques lineares foram instalados em locais onde antes havia ocupações irregulares. Outros dois equipamentos desse tipo, Castelo Dutra e 9 de julho, estão em fase final de implantação e oferecerão opções de lazer e esporte à comunidade.
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
guarapiranga x lixo

gente!!!! é desesperador a quantidade de lixo jogada na represa , a cada ano , a cada verao mais lixos sao jogados, o povo nao quer saber da nada, continuam jogando mesmo mostrando o que pode acontecer ao meio ambiente, eu fico impressionado e revoltado.
há anos ando chamando a atenção para o problema do lixo na represa de guarapiranga abandonada pelas autoridades ,aqui e lá fora para esse problema. Cada um no seu espaço e todos juntos podemos fazer muito para manter limpo a nossa represa... é só deixarmos o nosso caminho limpo por onde passamos...primeiro limpar e depois aproveitar o lugar limpo....e aí sim, tirar fotos Na Natureza não existe lixo....lixo é uma invençao do Homem...na Natureza não há deperdicios...o que uns rejeitam é consumido e aproveitado por outros...é um ciclo perfeito que o Homem veio romper com sua ´invenção´.Por isso temos que reduzir,reutilizar e reciclar...e mais importante de tudo: respeitar! guarapiranga limpa mergulhe nessa ideia
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Reveillon na Represa Guarapiranga

Reveillon na Represa de Guarapiranga
A prefeitura de São Paulo e a SPTuris, empresa de promoção turística e eventos do município, realizam, pela primeira vez, um outro show da virada na Represa Guarapiranga, zona sul da cidade. O show terá a participação de Roger e Robson, Calcinha Preta, Nanda Bel, Padre Marcelo Rossi e a escola de samba Mocidade Alegre. O evento é gratuito e começa a partir das 19 horas do dia 31 de dezembro. É uma importante ação na região, que vem se transformando em um polo de atração turística e também de grandes eventos.
O palco do Reveillon da Guarapiranga está montado nas proximidades da Árvore de Natal localizada na represa, que é patrocinada pela Sabesp.
No local será montado um palco de 360 m² com dois telões de LED de 4x3 m cada nas laterais. A área será isolada por causa da represa e conta com mais de 200 seguranças e 37 brigadistas, sendo quatro deles salva-vidas, e um bote salva-vidas para resgate, que permanecerá nas proximidades. Sete ambulâncias de remoção, sete ambulâncias UTI e três postos médicos permanecerão na área para atendimento à população.
Serviço:
Reveillon na Represa Guarapiranga
Endereço: Avenida Atlântica, 2.800 (Av. Robert Kennedy), em frente à Praça Nicolau Aranha
Data: 31 de dezembro
Horário: a partir das 19 horas
Entrada gratuita. Haverá revista preventiva no local
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Reservas de água estão esgotadas na Grande SP, dizem autoridades

Não há mais como aumentar a oferta para uma população crescente.
Oito sistemas trazem água até a região metropolitana.
As reservas de água na região metropolitana de São Paulo estão esgotadas. Não há mais como aumentar a oferta para uma população que não para de crescer. E quem diz isso são as autoridades responsáveis pelo abastecimento.
Trinta e nove cidades, 20 milhões de moradores e um grande problema. "Dividindo a quantidade natural de água que essa região de cabeceiras consegue produzir pela quantidade de habitantes, nós temos algo em torno de sete a oito vezes menos do que a ONU começa a considerar como crítico”, diz a
Água de menos, consumo de mais. Para a Organização das Nações Unidas, uma pessoa precisa de até 110 litros por dia para viver. Na região, o gasto chega a 200 litros. E ampliar a oferta é quase impossível. “Nós já praticamente esgotamos todos os nossos mananciais existentes dentro da região metropolitana", diz Dilma Pena, secretária de Saneamento e Energia de São Paulo.
Por isso, oito sistemas trazem água até a Grande São Paulo. Quatro garantem mais de 90% do abastecimento: Rio Grande (7%), Alto Tietê (16%), Guarapiranga (20%) e, principalmente, o sistema Cantareira (48,6%), um dos maiores do mundo.
São 33 mil litros por segundo que saem das cinco represas do sistema Cantareira. É muita coisa, mas essa água não nasce no local. A maior parte vem do rio Piracicaba, no interior do estado, e isso tem provocado muita polêmica.
Um comitê decide como a água do Piracicaba vai ser usada. O acordo, que vale até 2014, pode ser renovado, mas representantes da região avisam: querem reduzir a quantidade "exportada" para a Grande São Paulo.
"Esse volume de água faz muita falta pra região, uma vez que nós estamos em franco crescimento econômico e populacional, e temos dificuldade não só de quantidade, mas de qualidade de água, para o abastecimento urbano, para o uso industrial, agrícola”, afirma Dalto Fávero Brochi, secretário do consórcio das bacias dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí.
“Esse conflito existe e tem que ser conciliado no âmbito dos comitês de bacia, no âmbito dos estados, da União, para que não haja uma guerra pela água", explica Dilma. Não é só a quantidade. A qualidade também preocupa. "O rio todos os dias nasce limpo. Entretanto, nós é que fazemos com que ele fique contaminado", diz Sabetai Calderoni, presidente do Instituto Brasil Ambiente.
O perigo está evidente. A Billings e a Guarapiranga são o quintal de 2,5 milhões de pessoas. "O poder público precisa se comprometer, a sociedade precisa se comprometer. Todos precisam estar de mãos dadas para evitar que a gente tenha perdas como essa", diz Vinicius Damásio, geógrafo do SOS Mata Atlântica.
Na semana que vem, o projeto flutuador, da TV Globo, começa uma nova expedição: vai percorrer as represas para medir os níveis de oxigênio das principais reservas de água
SP tem 29 estações de tratamento de água, mas lixo e esgoto são desafio

Neste ano, represa de Guarapiranga teve acúmulo de 57 toneladas de lixo. Tratamento de esgoto atinge 67% do volume coletado.
São Paulo tem 29 estações para fazer a limpeza da água que chega às torneiras, um trabalho cada vez mais difícil e caro, por causa da quantidade de sujeira. Da represa Guarapiranga, por exemplo, foram retirados 57 toneladas de lixo apenas neste ano. O governo paulista trata 67% do esgoto coletado para evitar a poluição dos rios e represas.
“Infelizmente, a população continua jogando muito lixo e depois de cada chuva você constata , ao observar as margens da represa , muito lixo”,
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